Mah e suas aleatórias divagações

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25 verdades sobre Maíra

Março 1, 2009 · 19 Comentários

 

Léo (o baita do ego grande.. hahaha), inspirado pelo facebook resolveu lançar o “25 coisas a meu respeito”…  resolvi aderir… Se depois dessas revelações alguns de vocês me abandonarem, eu juro que entenderei:

1.      Eu sofro de transtorno obsessivo-compulsivo quando o assunto é cabelo… se eu pudesse eu o lavaria mais de 2 vezes por dia.. me dá aflição quando mexem nele… já experimentei todas as cores de tintas existentes… sou capaz de passar um dia inteiro escolhendo xampus.. e compro mais produtos para cabelo do que é possível usar;

2.   Tenho medo de pássaros mortos… MUITO medo e não sei explicar porque, mas tenho pavor daquelas asas fechadinhas;

3.      Faço parte dos 5% que NÃO gosta de sorvete de flocos;

4.      Quando encontro algum amigo, conhecido, passante com que eu queira falar… falo compulsivamente por alguns minutos até me lembrar das convenções sociais, parar e dizer:  Bommm dia.. tudo bem com você?;

5.      Tenho paixões eternas de uma semana;

6.      Dou nome para objetos.. meu computador chama Paulo César, meu celular antigo chama Luís Gabriel e o atual chama Moisés. Tenho uma galinha de porcelana chamada Clotilde e um pingüim chamado Elvis… e não.. eu não tomo medicação controlada, apesar de alguns indícios de que preciso;

7.      Tenho uma coisa com livrarias… não importa se estou em São Paulo, Curitiba ou se viajei para o Panamá… eu preciso sempre achar uma livraria;

8.      Meu ódio eterno não dura mais do que dois dias;

9.      Não acredito em astrologia, mas, aparentemente, é unânime na rodinha dos que acreditam.. que eu tenho todos aqueles defeitinhos intragáveis dos nascidos no signo de aquário;

10. Qualquer individuo que passa cinco minutos comigo já sabe o suficiente para me processar;

11. Meu mp3 player está para músicas do Doors, assim como eu estou para solos aéreos com instrumentos musicais imaginários;

12. Tenho compulsão por filmes, mas não consigo ir ao cinema sozinha;

13. Improviso roteiros no dia-a-dia da vida e faço encenações com amigos igualmente excêntricos. É comum o silêncio e, de repente, surgir um:

- Quer dizer que esses anos todos não significaram nada pra você?

- Significaram, mas nada que marcasse.. Ahn.. Não muito, pelo menos!!!!

Desandando para uma encenação de uma grande discussão de relacionamento, terminando com alguém saindo batendo a porta para logo depois voltar com um: “nossa.. ficou bom, né? Nos superamos… Mas então.. agora vamos lá comprar cerveja?”;

14. Não consigo passar mais de uma semana em paraísos ecológicos e o contato excessivo com a natureza me deixa angustiada;

15. Ou aparento me importar demais ou aparento me importar de menos, não sou boa com meio termo;

16. Canto Raindrops Keep Falling On My Head… andando na chuva;

17. Minhas idas com urgência ao mercado, para o suprimento de necessidades básicas, costumam envolver compra de detergente, vodka, chocolate e jujuba;

18. Adoro escolher presentes, fazer presentes, ter idéias bizarras para presentes… Alguns tocam piano bem, alguns cantam, alguns escrevem… eu fui agraciada com o dom de escolher presentes, não dá o mesmo retorno financeiro que outros dons, mas tem suas compensações;

19. Eu choro mais lendo livros do que assistindo filmes, mas me recuso a admitir que choro;

20. Tenho fama de divertida e simpática (não sendo necessariamente uma verdade), mas tem dias que eu tenho uma incrível preguiça dos seres humanos;

21. Quase ninguém me chama pelo meu nome, no lugar disso tenho todos aqueles outros apelidos ridículos;

22. Quase não chamo ninguém pelo nome, prefiro todos aqueles apelidos ridículos;

23. Tenho um alterego que de tempos em tempos se manifesta… Dona Sílvia.. velhinha de 80 anos que gosta de ficar em casa ouvindo Cartola e arrastando chinelos;

24. Tenho uma forte tendência ao drama, exagero e a prolixidade;

25. Todo dia, quando acordo, canto em frente ao espelho com a escova de dente nas mãos, o hit do momento é:  I’m not calling for a second chance, I’m screaming at the top of my voice, Give me reason, but don’t give me choice, Cos I’ll just make the same mistake…” … mas não admito socialmente que canto James Blunt… Oi? Acabei de admitir? Ahn….

 

Todo mundo sabe que não participo de meme, todo mundo sabe que não indico ninguém pra meme, mas quem também tiver desistido da vida pública e quiser escancarar 25 verdades sobre sua incrível e interessante vida, fique a vontade…

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The Bucket List

Outubro 10, 2008 · 14 Comentários

 

Ilustríssimo Dr. Brehm pediu.. e se Dr. Brehm pediu, ta pedido!

 

MEME – “8 sonhos que a gente tem que realizar antes do grande encontro com Deus”

Regras:
• Escrever uma lista com 8 coisas que sonhamos fazer antes de ir embora daqui;
• Passar o meme para 8 pessoas;
• Comentar no blog de quem lhe passou o meme;
• Comentar no blog dos nossos(as) convidados(as), para que saibam da “intimação”;
• Mencionar as regras.
—————-

 

Bem, antes de descobrir “quem somos”, “onde estamos”, “para onde vamos” e se “o fim” são grandes campos floridos e pessoas andando de branco, seria bacana:

 

1.      Sair, qualquer dia desses, com o Chico (o Buarque de Holanda), tomar umas cervejas, discutir uns livros, tomar mais umas cervejas e terminarmos bêbados, fazendo dueto, em um videokê qualquer, cantando “eu te amo” e “corrente”;

2.      Ir para Paris, comprar uma boina, sentar em um café qualquer com um livro do Baudelaire em mãos e um mp3 player abarrotado de músicas do Daniel Mille. Pedir um café e sentar em uma mesinha, enquanto olho o mundo ao redor fazendo uma cara blasé;

3.      Está certo, eu tenho uma samambaia. Está certo, eu tenho um cachorro, mas, ainda assim, de repente, talvez, quem sabe, ter aí umas criaturinhas humanas também não seria mal (mas espero morrer daqui muitos anos, para ter as tais criaturinhas humanas daqui uns belos anos, até lá.. bom.. eu tenho uma samambaia.. ahn.. e um cachorro.. e modéstia a parte, ando fazendo um bom trabalho. A samambaia ainda vive e o cachorro parece feliz com a vida que leva);

4.      Ter a certeza de que “tinham vivido juntos o suficiente para perceber que o amor era o amor em qualquer tempo e em qualquer parte”;

 5.      Fazer uma terceira tatuagem. Entre minhas excentricidades existe um incômodo com números pares, definitivamente, se eu morresse com um número par de desenhinhos na pele, eu não descansaria em paz por toda a eternidade;

6.      De algum modo, de algum jeito, seja por méritos próprios, seja por jogos de azar, terminar com uma considerável conta bancária para que eu termine meus dias em um lugar incrivelmente interessante, tomando drinks com enfeites feitos de papel crepom;

7.      Converter, no mínimo, umas 300 pessoas, as convencendo que, REALMENTE, ninguém pode gostar de pagode por livre e espontânea vontade (sempre quis salvar umas almas);

8.      Como já plantei uma árvore, como ter um filho está no planejamento 3, então, escrever e publicar um livro (que se cumpra!). E, de repente, quem sabe, terminar na ABL, afinal, se de Machado de Assis, terminamos em Paulo Coelho, é sinal que, hoje em dia, qualquer um pode virar imortal.

 

Ah.. as 8 pessoas!! Bem, como eu sou incrivelmente a favor do livre-arbítrio.. eu deixo o convite a todos que quiserem partilhar seus sonhos, esperanças, sandices, comigo e com qualquer um com um computador e acesso a Internet.

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A página 161

Outubro 27, 2007 · 5 Comentários

Edoardo Vilhena, conhecido por Doda, o cara do Bloda, tentando saber se as lendas urbanas que contam por aí, envolvendo teorias de que sou “simpática” e algumas outras coisas positivas (não positivistas por que positivismo é uma doutrina e blá blá blá e sim.. eu já aprendi Ju!) é real mesmo e o quanto isso é apenas crendice popular, sempre (nosso sempre aqui é algo em torno de 2, 3 vezes) me desafia com essas coisas de corrente de blog (acabo de descobrir a classificação “meme”.. veja só!).

Bem, como eu ainda não quero mostrar a realidade nua e crua para o Doda, como eu ainda acho que se ele tem alguma ilusão de “boa gente” isso deve ser mantido..  

1 – Pegar um livro próximo (apaguei o parêntese original do meme porque ele ofendia minha inteligência – Eu poderia me dar o trabalho de procurar o complemento para oferecer a você, caro leitor, a possibilidade de saber se isso ofende a sua inteligência ou se o Doda é um QI acima da média, mas.. não estou querendo me dar mais trabalho);

2 – Abrir na página 161;

3 – Procurar a 5ª frase completa;

4 – Postar essa frase em seu blog;

5 – (apaguei o quinto passo pelo mesmo motivo que apaguei o parêntese do primeiro item – Novamente você, caro leitor.. vai ter que ficar sem saber o que diabos era o item 5, reclamações sobre isso AQUI);

6 – Repassar para outros 5 blogs.

Bom, eu comecei a ler esse livro há algum tempo atrás, mas na minha última viagem resolvi levá-lo para ler no ônibus, claro que isso não deu certo.. Às vezes a pessoa precisa simplesmente aceitar.. EU NÃO CONSIGO LER EM ÔNIBUS.. obviamente deve ser bloqueio por ter crescido ouvindo “não leia no carro que isso vai te deixar cega!”, enfim, não só não consegui ler o livro como fiz inúmeros amigos de 6 horas (tempo que durou a última viagem de ônibus), enquanto aguardava chegar ao meu destino. Na volta o livro foi esquecido, mas agora o tenho de novo em minhas mãos.

 Livro: A gente se acostuma a tudo (não, não é auto-ajuda, é um livro de crônicas reunidas).

 Autor: João Ubaldo Ribeiro

 Página 161, quinta frase blá blá blá “Se eu fosse Nelson Rodrigues, teria a coragem de dizer que mora um puxa-saco na alma de cada um de nós, mesmo que, em alguns casos, bem pequenininho”. 

(Trecho da crônica “Que tal uma tolerância zero para nós?” – Relato da subserviência à autoridade.. Acho que muito se aplica, afinal, olha eu aqui cedendo a autoridade do Doda e cumprido uma ordem dele, mesmo declarando por aí que “não gosto desse papo de meme”).

Ah sim.. temos o repassar.. Está lendo isso aqui? Está de passagem? Caiu aqui procurando “site do pastor alemao tarado” (hãn? O cachorro?? Ah! Meu invejável público de leitores!) não importa, esteja a vontade para relatar a sua página 161 para a gente.

 

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5 coisas boas para fazer em Curitiba

Abril 18, 2007 · 18 Comentários

Bem, nunca escrevo, respondo, dou trela, me manifesto.. em correntes. Mas Doda, obviamente querendo comprovar se eu realmente leio seu blog, ou se é só balela, me “encomendou” esse post.

Reclamando das pizzas, do quentão (que é vinho quente) com gemada, tentando explicar que salsicha é salsicha e não vina, desde 2002…E agora escrevendo.. 5 COISAS BOAS PARA FAZER EM CURITIBA 

1 – Roxinho: Bar no centro de Curitiba, Entrada: R$8,00 (feminino) e R$12,00 (masculino), tudo revertido em consumação. As sextas-feiras você me encontra por lá, muito mais por ser a dois quarteirões da minha casa do que por qualquer outra coisa. Bem, na verdade tem uma “outra” coisa também que se tornou importante: Xiboquinha (tipo de pinga com mel, produzida no Espírito Santo), desde que a apresentei a certos amigos que é isso, sugiro outros lugares, mas vem a fatídica pergunta “lá tem xiboca?”, visto a negativa de muitas respostas, continuamos no bom e velho Roxinho. Nunca tem música ao vivo, mas sempre rola uns dvd´s com rock, rock, ROCK! Às vezes um pop-rock, mas não vá com nenhum outro tipo de ilusão, vou logo avisando que não adianta pedir Mastruz com Leite, porque NÃO vão colocar pra tocar. Chegue cedo também, o bar é pequeno, lota rápido. 

2 – Avenida Paulista Pizza Bar: Como boa paulista que sou, mudo de Estado só para ter o prazer de reclamar das pizzarias e dizer: “ah, nem se compara às pizzas de São Paulo”, mas tenho que admitir que essa é fora de Sampa, mas é boa. Fica na Rua Emiliano Perneta. A decoração é linda (bem comentário de mulher, eu sei) e tem sempre boa música (MPB, bossa nova, jazz). Mas vá disposto a gastar, porque.. bem.. É CARO, mas você, nativo, finalmente vai entender o que é uma pizza de frango com catupiry. 

3 – Sucatão: Bar muito rock n´roll, freqüentado por muitos estudantes. É barato, tem a panqueca mais famosa da cidade, ótimos drinks, está certo que eles costumam vir em quase copos de requeijão, mas não se preocupe.. posso te dar umas dicas depois de como ser “cool” tomando cosmopolitan (drink chique do seriado “sex and the city”) em copos de requeijão. Caso seja do tipo “bebidas coloridas nem pensar”, a jarra de chopp é sempre uma boa pedida, vale a pena conhecer. Fica no São Francisco, na Dr. Keller. 

 4 – Casa di bell@: Ah! Foi aqui que eu conheci a Xiboquinha. É um lugar muito legal pra sentar com os amigos e jogar conversa fora. Tem o famoso caldo de feijão, artistas que fazem encenação, tiram fotos em preto e branco, fazem caricaturas… Mas a parte principal: indo ao banheiro você pode tirar foto com a gigante estátua do cara deitado na banheira se ensaboando. Ahá, não tinha descoberto ainda pra que servia um celular com câmera, né? Pois aí está.  

 5- Agora fazendo um apanhado para os turistas. Se você vem para Curitiba você terá que conhecer TODOS os parques da cidade, isso tudo você consegue pegando o ônibus de turistas na Praça Tiradentes. Então ele percorrerá dezenas de parques e você terá uma dosagem enorme de verde. Claro, que você também passará pela Ópera de Arame, pelo Jardim Botânico e todos esses marcos postais.

Bem, depois você terá que conhecer o Museu Oscar Niemayer. Tá, tá.. você não gosta de museu, mas MESMO assim você terá que conhecer. Toda aquela coisa de conceito arquitetônico inovador e tudo mais. Pare de cara feia e vá conhecer.

Então, você terá que ir à feirinha do Largo da Ordem, só para ver bobeiras, tranqueiras, comprar algumas coisas de uns hippes, é praxe. No mesmo Largo da Ordem você também encontrará o Bar do Alemão, uma das chopperias mais agradáveis e tradicionais da cidade.

Se depois disso tudo você ainda tiver disposição, deverá ir a Santa Felicidade provar as deliciosas massas de lá. Eu particularmente prefiro o Madalosso, mas você também pode ir ao Dom Antônio, vale onde a fila estiver menor. Dica: se você realmente for turista nunca diga que você gosta dos vinhos locais servidos lá. Não, não, NÃO.. não importa que você tenha gostado. Negue, finja, se não consegue mentir, DISFARCE, mude de assunto, mas não diga que gostou perto de um representante da comunidade local, pois ele dirá: “esses paulistas (troque pelo modo como são chamados os nascidos no seu Estado) viu.. não sei como gostam disso”. 

Depois disso tudo pegue o carro, ônibus, avião, carona.. o que quer que seja.. e vá para São Paulo.. tome um belo café expresso na padaria. Farte seu ímpeto consumista na 25 de Março, vá ao restaurante grego do Bom Retiro (sim, aquele que está entre os mil lugares que você deve conhecer antes de morrer ), experimente uma das famosas pizzas paulistanas (mas não peça ketchup e maionese para o garçom), e pronto, pode voltar para casa. 

PESSOAS, caso queiram compartilhar com a gente 5 coisas para se fazer em algum lugar do mundo, estejam à vontade.

 

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