Edoardo Vilhena, conhecido por Doda, o cara do Bloda, tentando saber se as lendas urbanas que contam por aí, envolvendo teorias de que sou “simpática” e algumas outras coisas positivas (não positivistas por que positivismo é uma doutrina e blá blá blá e sim.. eu já aprendi Ju!) é real mesmo e o quanto isso é apenas crendice popular, sempre (nosso sempre aqui é algo em torno de 2, 3 vezes) me desafia com essas coisas de corrente de blog (acabo de descobrir a classificação “meme”.. veja só!).
Bem, como eu ainda não quero mostrar a realidade nua e crua para o Doda, como eu ainda acho que se ele tem alguma ilusão de “boa gente” isso deve ser mantido..
1 - Pegar um livro próximo (apaguei o parêntese original do meme porque ele ofendia minha inteligência – Eu poderia me dar o trabalho de procurar o complemento para oferecer a você, caro leitor, a possibilidade de saber se isso ofende a sua inteligência ou se o Doda é um QI acima da média, mas.. não estou querendo me dar mais trabalho);
2 - Abrir na página 161;
3 - Procurar a 5ª frase completa;
4 - Postar essa frase em seu blog;
5 - (apaguei o quinto passo pelo mesmo motivo que apaguei o parêntese do primeiro item – Novamente você, caro leitor.. vai ter que ficar sem saber o que diabos era o item 5, reclamações sobre isso AQUI);
6 - Repassar para outros 5 blogs.
Bom, eu comecei a ler esse livro há algum tempo atrás, mas na minha última viagem resolvi levá-lo para ler no ônibus, claro que isso não deu certo.. Às vezes a pessoa precisa simplesmente aceitar.. EU NÃO CONSIGO LER EM ÔNIBUS.. obviamente deve ser bloqueio por ter crescido ouvindo “não leia no carro que isso vai te deixar cega!”, enfim, não só não consegui ler o livro como fiz inúmeros amigos de 6 horas (tempo que durou a última viagem de ônibus), enquanto aguardava chegar ao meu destino. Na volta o livro foi esquecido, mas agora o tenho de novo em minhas mãos.
Livro: A gente se acostuma a tudo (não, não é auto-ajuda, é um livro de crônicas reunidas).
Autor: João Ubaldo Ribeiro
Página 161, quinta frase blá blá blá: “Se eu fosse Nelson Rodrigues, teria a coragem de dizer que mora um puxa-saco na alma de cada um de nós, mesmo que, em alguns casos, bem pequenininho”.
(Trecho da crônica “Que tal uma tolerância zero para nós?” – Relato da subserviência à autoridade.. Acho que muito se aplica, afinal, olha eu aqui cedendo a autoridade do Doda e cumprido uma ordem dele, mesmo declarando por aí que “não gosto desse papo de meme”).
Ah sim.. temos o repassar.. Está lendo isso aqui? Está de passagem? Caiu aqui procurando “site do pastor alemao tarado” (hãn? O cachorro?? Ah! Meu invejável público de leitores!) não importa, esteja a vontade para relatar a sua página 161 para a gente.



Blá blá blá