A página 161

27 10 2007

Edoardo Vilhena, conhecido por Doda, o cara do Bloda, tentando saber se as lendas urbanas que contam por aí, envolvendo teorias de que sou “simpática” e algumas outras coisas positivas (não positivistas por que positivismo é uma doutrina e blá blá blá e sim.. eu já aprendi Ju!) é real mesmo e o quanto isso é apenas crendice popular, sempre (nosso sempre aqui é algo em torno de 2, 3 vezes) me desafia com essas coisas de corrente de blog (acabo de descobrir a classificação “meme”.. veja só!).

Bem, como eu ainda não quero mostrar a realidade nua e crua para o Doda, como eu ainda acho que se ele tem alguma ilusão de “boa gente” isso deve ser mantido..  

1 - Pegar um livro próximo (apaguei o parêntese original do meme porque ele ofendia minha inteligência – Eu poderia me dar o trabalho de procurar o complemento para oferecer a você, caro leitor, a possibilidade de saber se isso ofende a sua inteligência ou se o Doda é um QI acima da média, mas.. não estou querendo me dar mais trabalho);

2 - Abrir na página 161;

3 - Procurar a 5ª frase completa;

4 - Postar essa frase em seu blog;

5 - (apaguei o quinto passo pelo mesmo motivo que apaguei o parêntese do primeiro item – Novamente você, caro leitor.. vai ter que ficar sem saber o que diabos era o item 5, reclamações sobre isso AQUI);

6 - Repassar para outros 5 blogs.

Bom, eu comecei a ler esse livro há algum tempo atrás, mas na minha última viagem resolvi levá-lo para ler no ônibus, claro que isso não deu certo.. Às vezes a pessoa precisa simplesmente aceitar.. EU NÃO CONSIGO LER EM ÔNIBUS.. obviamente deve ser bloqueio por ter crescido ouvindo “não leia no carro que isso vai te deixar cega!”, enfim, não só não consegui ler o livro como fiz inúmeros amigos de 6 horas (tempo que durou a última viagem de ônibus), enquanto aguardava chegar ao meu destino. Na volta o livro foi esquecido, mas agora o tenho de novo em minhas mãos.


Livro
: A gente se acostuma a tudo (não, não é auto-ajuda, é um livro de crônicas reunidas).


Autor
: João Ubaldo Ribeiro


Página 161, quinta frase blá blá blá
 
“Se eu fosse Nelson Rodrigues, teria a coragem de dizer que mora um puxa-saco na alma de cada um de nós, mesmo que, em alguns casos, bem pequenininho”. 

(Trecho da crônica “Que tal uma tolerância zero para nós?” – Relato da subserviência à autoridade.. Acho que muito se aplica, afinal, olha eu aqui cedendo a autoridade do Doda e cumprido uma ordem dele, mesmo declarando por aí que “não gosto desse papo de meme”).

Ah sim.. temos o repassar.. Está lendo isso aqui? Está de passagem? Caiu aqui procurando “site do pastor alemao tarado” (hãn? O cachorro?? Ah! Meu invejável público de leitores!) não importa, esteja a vontade para relatar a sua página 161 para a gente.





IRA! IRA! IRA!

4 06 2007

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Depois de me revoltar com Cher no telão, doses e doses de Fábio Elias (Relespública, banda muito boa) num dia altamente poser, cantando o clássico “garoa e solidão” e levando a galera ao delírio com The Who, chega Nasi e cia (destaque para as poses e cara de psicopata do Edgar).

Gritos, pulos.. pedidos de “mais, mais MAIS” (Uiii… hahahaha) fiquei sem voz o resto do final de semana… mas..

“Felizzzz Aniversáriooooo” “ENVELHEÇO NA CIDADEEEE” 





Cuca e Racha

29 04 2007

Adoro quadrinhos e certa vez, pesquisando sobre quadrinhos nacionais locais (Curitiba), uma amiga me indicou “Cuca e Racha”, desde então comecei a freqüentar o site com certa assiduidade. Definitivamente me amarrava naquelas tirinhas, o que foi muito incomum. Obviamente que a estranheza não se deu pela falta de qualidade dos textos ou desenhos, mas sim porque são desenhos de baratas e eu tenho horror a baratas, por mais bonitinhas e coloridinhas que sejam.   Hum, talvez o meu mesmo pavor de ratos tenha impedido que eu me afeiçoasse ao Mickey Mouse, o que não aconteceu com o Super Mouse.. Não sei porque essa diferenciação, mas criei a teoria de que era porque eu adorava aquela roupa amarela, a capa.. Isso sem contar a músiquinha. Droga! Odeio não ser linear.. Bem, mas continuando, virei fã de Cuca e Racha. 

Um belo dia, após o surgimento das “visitas recentes” no orkut, um tal de Sampaio começou a figurar entre os últimos passantes por alguns dias. Verifiquei sua procedência, vi que tínhamos amigos em comum. Antes de pensar em falar qualquer “oi” consultei uma amiga para saber se ele era algum tipo de psicótico. Não sei se movida pelo espírito de amizade ou não, ela me disse que ele era “gente boa”, completando com “O Nilson é muito legal”, “Nilson? Mas eu tô perguntando do Sampaio” “Derrrr, o Sampaio é o Nilson. Ah! E é ele que faz as tirinhas Cuca e Racha” (nota: parar de reclamar quando me chamam de perdida).  

Aí visitas recentes ali, visitas recentes acolá, chegamos ao fatídico “estou te adicionado”. E , como sempre, eu continuo me amarrando nas tirinhas dele, a única coisa que mudou desde o “que Sampaio?” para a época atual é que posso usar as tirinhas dele e dizer diretamente a ele ”Ops! ‘Roubei’ algumas de suas tirinhas”.

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Deixo explicita minha torcida por ele no HQ Mix, e espero que se ele ganhar lápis de cor de novo, troque comigo por um dos belíssimos e interessantes títulos literários que ganhei recentemente. Não que eu vá saber dar alguma utilidade decente, comercial e com exclamações “Nossa! Que lindo” para qualquer coisa desenhada com os tais lápis, mas…





5 coisas boas para fazer em Curitiba

18 04 2007

Bem, nunca escrevo, respondo, dou trela, me manifesto.. em correntes. Mas Doda, obviamente querendo comprovar se eu realmente leio seu blog, ou se é só balela, me “encomendou” esse post.

Reclamando das pizzas, do quentão (que é vinho quente) com gemada, tentando explicar que salsicha é salsicha e não vina, desde 2002…E agora escrevendo.. 5 COISAS BOAS PARA FAZER EM CURITIBA 

1 – Roxinho: Bar no centro de Curitiba, Entrada: R$8,00 (feminino) e R$12,00 (masculino), tudo revertido em consumação. As sextas-feiras você me encontra por lá, muito mais por ser a dois quarteirões da minha casa do que por qualquer outra coisa. Bem, na verdade tem uma “outra” coisa também que se tornou importante: Xiboquinha (tipo de pinga com mel, produzida no Espírito Santo), desde que a apresentei a certos amigos que é isso, sugiro outros lugares, mas vem a fatídica pergunta “lá tem xiboca?”, visto a negativa de muitas respostas, continuamos no bom e velho Roxinho. Nunca tem música ao vivo, mas sempre rola uns dvd´s com rock, rock, ROCK! Às vezes um pop-rock, mas não vá com nenhum outro tipo de ilusão, vou logo avisando que não adianta pedir Mastruz com Leite, porque NÃO vão colocar pra tocar. Chegue cedo também, o bar é pequeno, lota rápido. 

2 – Avenida Paulista Pizza Bar: Como boa paulista que sou, mudo de Estado só para ter o prazer de reclamar das pizzarias e dizer: “ah, nem se compara às pizzas de São Paulo”, mas tenho que admitir que essa é fora de Sampa, mas é boa. Fica na Rua Emiliano Perneta. A decoração é linda (bem comentário de mulher, eu sei) e tem sempre boa música (MPB, bossa nova, jazz). Mas vá disposto a gastar, porque.. bem.. É CARO, mas você, nativo, finalmente vai entender o que é uma pizza de frango com catupiry. 

3 – Sucatão: Bar muito rock n´roll, freqüentado por muitos estudantes. É barato, tem a panqueca mais famosa da cidade, ótimos drinks, está certo que eles costumam vir em quase copos de requeijão, mas não se preocupe.. posso te dar umas dicas depois de como ser “cool” tomando cosmopolitan (drink chique do seriado “sex and the city”) em copos de requeijão. Caso seja do tipo “bebidas coloridas nem pensar”, a jarra de chopp é sempre uma boa pedida, vale a pena conhecer. Fica no São Francisco, na Dr. Keller. 

 4 – Casa di bell@: Ah! Foi aqui que eu conheci a Xiboquinha. É um lugar muito legal pra sentar com os amigos e jogar conversa fora. Tem o famoso caldo de feijão, artistas que fazem encenação, tiram fotos em preto e branco, fazem caricaturas… Mas a parte principal: indo ao banheiro você pode tirar foto com a gigante estátua do cara deitado na banheira se ensaboando. Ahá, não tinha descoberto ainda pra que servia um celular com câmera, né? Pois aí está.  

 5- Agora fazendo um apanhado para os turistas. Se você vem para Curitiba você terá que conhecer TODOS os parques da cidade, isso tudo você consegue pegando o ônibus de turistas na Praça Tiradentes. Então ele percorrerá dezenas de parques e você terá uma dosagem enorme de verde. Claro, que você também passará pela Ópera de Arame, pelo Jardim Botânico e todos esses marcos postais.

Bem, depois você terá que conhecer o Museu Oscar Niemayer. Tá, tá.. você não gosta de museu, mas MESMO assim você terá que conhecer. Toda aquela coisa de conceito arquitetônico inovador e tudo mais. Pare de cara feia e vá conhecer.

Então, você terá que ir à feirinha do Largo da Ordem, só para ver bobeiras, tranqueiras, comprar algumas coisas de uns hippes, é praxe. No mesmo Largo da Ordem você também encontrará o Bar do Alemão, uma das chopperias mais agradáveis e tradicionais da cidade.

Se depois disso tudo você ainda tiver disposição, deverá ir a Santa Felicidade provar as deliciosas massas de lá. Eu particularmente prefiro o Madalosso, mas você também pode ir ao Dom Antônio, vale onde a fila estiver menor. Dica: se você realmente for turista nunca diga que você gosta dos vinhos locais servidos lá. Não, não, NÃO.. não importa que você tenha gostado. Negue, finja, se não consegue mentir, DISFARCE, mude de assunto, mas não diga que gostou perto de um representante da comunidade local, pois ele dirá: “esses paulistas (troque pelo modo como são chamados os nascidos no seu Estado) viu.. não sei como gostam disso”. 

Depois disso tudo pegue o carro, ônibus, avião, carona.. o que quer que seja.. e vá para São Paulo.. tome um belo café expresso na padaria. Farte seu ímpeto consumista na 25 de Março, vá ao restaurante grego do Bom Retiro (sim, aquele que está entre os mil lugares que você deve conhecer antes de morrer ), experimente uma das famosas pizzas paulistanas (mas não peça ketchup e maionese para o garçom), e pronto, pode voltar para casa. 

PESSOAS, caso queiram compartilhar com a gente 5 coisas para se fazer em algum lugar do mundo, estejam à vontade.