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Excêntricas conversas amenas
Outubro 18, 2009 · 18 Comentários
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Quem é mais sentimental que eu?
Agosto 24, 2009 · 23 Comentários

Dias de poodle selvagem
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Das interações sociais diárias
Agosto 16, 2009 · 19 Comentários
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Maíra no país corporativo
Junho 21, 2009 · 24 Comentários

Caquética mulher de 26 anos, no final de um sábado corporativo, já sem forças para sorrir
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Excêntricas Relações Interpessoais III
Março 25, 2009 · 6 Comentários
- Já anotou meu novo telefone? Não queremos que você deixe de me ligar TODAS aquelas ‘UMA’ vez por ano, não é?
- Chata! rs.. Você merece duas ligações por ano.. Apesar que… se fosse uma só, já seria mais do que eu ganho de você rs
- hahahahaha… que maldade.. como você pode ser tão ingrato?
- A verdade dói, né Ma? rs
- Não.. o que dói é dedicar A VIDA para certas pessoas e elas serem ingratas desse jeito.
- Maíra do Bairro! rs. E como está a minha Srta. Lagarto Morto?
- Eu estou bem… convivendo com as chuvas fora de hora.. com o metrô lotado… com o transito caótico.. enfim.. uma vida moderna adorável.. hahaha. E o senhor T.B.? Como é a vida longe de mim?
- Ahh sim, poluição, superlotação, caos e total falta de paz, o que mais Maíra poderia querer?
- Sorvete de cereja!! Mencionei que aqui tem o melhor sorvete de cereja do mundo? Em Curitiba eu tinha uma vida de privações..hahahaha
- Humm.. aquele com gosto bem artificial? rs
- O bom mesmo são os conservantes né TB.. as frutas servem mesmo só pra dar uma corzinha….hahahaha
- Sim… esses sorvetes são os melhores…rs. Sabe que eu percebi que eu passava muito tempo da minha vida sendo o seu tudo? Depois que você abandonou minha carcaça no sol escaldante, tive que arrumar novas formas de preencher minha vida… agora estou aprendendo a tocar violino.
- Ta treinando pra me fazer uma daquelas serenatas e cantar “quero ver seus olhinhos de noite serena?” hahahahahahaha
- rs.. não sei se você merecerá… é pouco provável.. mas estou trabalhando duro.. quero elevar o meu (já alto, é claro) nível de sofisticação…rsrs
- Mas é um nojentinho!
- rsrs… meu jeito nojentinho de ser que você adora e idolatra, não esqueça de mencionar isso….
- Não..você me idolatra.. e eu te idolatro de volta por gostar da reciprocidade… Porque nós sabemos que eu sou SUPER boazinha, né?
- Claro que sim, comparada ao Senhor Satanás, você é de uma bondade angelical rs
- Olha o nativo frio falando =P
- rsrs,.. verdade, mas o frio já não combina mais com Curitiba.. faz tanto calor por aqui… quem poderia imaginar que a capital do Mundo um dia seria tão quente?? Que coisa!..rsrsrs
- Isso não é calor… Venha ver como SP se tornou o novo Senegal.. com temperatura perto dos 40.. estou pensando em criar uma nova civilização nas profundezas do metrô.. seremos os novos Maias… estou pensando já nas obras faraônicas hahahahaha
- Hum.. isso é o novo Rio.. aliás, esse não é o sonho de SP, se tornar o novo Rio de Janeiro??…rsrs
- Claro que não.. nosso sonho é eliminar o Rio.. pegar o território.. ampliar SP e transformar as praias em shopping… estamos pensando em mandar os cariocas para repovoar Curitiba.. inclusive… estudos apontam para a extinção de vida em Curitiba se medidas enérgicas não forem tomadas.. algo envolvendo ninguém falar com ninguém, impedindo que se vá em frente na procriação hahahahaha
- Ma, você me mata…rsrs
- Na verdade eu te faço viver… =P
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Dos quase amores ao primeiro chip
Março 23, 2009 · 11 Comentários
Eu sempre fui dependente de celular. Era um, dois números, aparelhos ligados 24h por dia, sempre esperando aquela importantíssima ligação às 3 horas da manhã, envolvendo choro, risadas, declarações impróprias de amor ou um “vem me buscarrr.. to bêbado e não sei onde estou”. Mas com minha mudança de estado veio à tentativa de me desprender desses vícios tecnológicos, mas…
- Dona Maíra, tentei te ligar a TARDE INTEIRINHA, mas quem te acha? Se ao menos inventassem um aparelho telefônico móvel que você pudesse levar para todo lugar que fosse…
- Ahn.. Ops.. tentou falar comigo, é? O que era?
- Não importa, estou passando aí em 5 minutos. Vamos ao shopping escolher um chip novo para você.
Obviamente que foi uma péssima escolha de horário para compras de chip. São Paulo é excelente para se encontrar sabão em pó às 3 horas da manhã, comida tailandesa às 5 horas.. mas quando o assunto é: preciso de um chip de celular desesperadamente logo pela manhã e em um domingo.. a coisa muda um pouco de figura. Principalmente quando certas criaturas escolhem CERTOS lugares. Mas, eis que encontramos uma famosa loja de roupas, que também entrou para o ramo da venda de telefonia móvel. Chegando no quiosque:
- Ola moço! Preciso urgentemente de um chip para voltar a me conectar com o mundo lá fora… disseram que existe vida além e que não precisamos de cartão telefônico para isso.
- Tem preferência por operadora?
- Sim.. Já tenho a política de só me relacionar com seres humanos que possuem celular TIM, se mudar de operadora vou ter que mudar todas minhas relações interpessoais e já me afeiçoei a alguns..
- Se é por uma questão sentimental, como argumentar? Peraí.. Vou chamar o vendedor da TIM.
E então me aparece ele.. criatura branca (tão ou mais branco do que eu), bochechas cor-de-rosa.. um olho azul, o outro acredito que também, mas a franja EMO me impedia de afirmar com convicção, vestido na sua mais marrom calça xadrez e usando um de seus muitos allstar, acredito eu:
- Olá moça.. no que posso ajudá-la?
- Então.. eu queria um chip da TIM.
- Queria não.. você quer e muito e eu vou te arranjar um… Não precisa de um aparelho também?
- Não.. não.. eu já tenho um… o Moisés…
- Moisés? (pergunta ele aos risos)
- Sim, meu celular burguesinho… fotografa, filma, manda sms, mms.. se bobear tem até uma função que quando acionada estoura pipoca… então só vou levar o chip hoje mesmo…
- Ah.. quer dizer que comprou um celular assim e esqueceu desse pequeno detalhe do chip? Afinal, o importante são as funções.. o número e ligações é o de menos, não?
- Pareço o tipo de pessoa esquisita que compra um aparelho, mas esquece o chip? Não, não.. não responda… Mas sabe o que é.. eu tenho um chip, mas é de Curitiba.. Agora eu preciso de um chip aqui de São Paulo..
- Ah..você é paranaense?
- Não, não.. eu sou uma paulista nojentinha mesmo… estava só vagando entre estados para disseminar o estilo de vida paulistano…
O amigo que me acompanhava, já me olhava com cara de pânico e me dava alguns delicados chutes, tentando chamar a minha atenção. Olhava para ele sem entender nada. Onde estava errando nos mandamentos sociais de conversa com o vendedor? O vendedor continua:
- Estamos com falta de chip TIM com começo 8… você se importa se for um com começo 7?
- Ahn.. na verdade eu me importo… 7 é um numero bom de brincos, de tatuagens… mas é deveras esquisito para número de celular…
- Vou dar uma olhada lá dentro para ver se encontro alguns 8 pra você então..
Mal o vendedor virou as costas.. recebo um aterrorizante beliscão:
- Auwww.. você endoidou? Porque está me beliscando?
- Para ter certeza que você está nesse plano e ciente do que acontece ao seu redor.. aparentemente sim.. então, por favor, me diga que você está fazendo isso para ganhar algum desconto.
- Oi? O que eu estou fazendo?
- Você está descaradamente flertando com um EMO.. UM E-M-O
- Eu não estou flertando com ele… eu estou comprando um chip
- Ahh bom.. então só está jogando charme para conseguir um desconto, né? Que bom que você é só uma mulher vil… e não uma “flertadora” de EMOS…
- Ahn.. na verdade eu não estou flertando.. nem com intenções amorosas-sexuais.. nem com intenções exploradoras-comerciais.. eu diria que não estou flertando de maneira nenhuma…
- Oi moça.. olha só.. encontrei esses aqui com começo 8.. Mas vou mostrar os com começo 7 também.. ainda não perguntamos o que seu namorado acha..
- Oi? Namorado?
- Sim… esse rapaz com você.. não é seu namorado?
- Não.. não.. só amig… Auwwwwwww – (recebo um chute na canela) e vejo aquele olhar de reprovação “F-L-E-R-T-A-N-D-O com um EMO”.
- O que foi? (pergunta o vendedor)
- Ahn.. nada, nada… então.. nas relações interpessoais ele está no nível abaixo do que dá poder para escolher números de celular.. como mulher independente e adulta que sou.. escolherei o meu PRÓPRIO número de celular.
Números daqui, números dali.. escolho meu super novo número de celular com começo 8.
- Então.. obrigada.. hoje é só isso.. pago ali no caixa, né? Tchau.. Obrigada mesmo..
- Ei.. espera… vou cadastrar o celular pra você.. me empresta o aparelho para colocarmos o chip.
Dou o cartão para o meu amigo e digo:
- Vai lá pagar, enquanto a gente cadastra meu número aqui.
Ele me olha com um jeito assassino e eu quase começo a me sentir desintegrando, mas ele vai mesmo assim.
- Qual é o seu nome?
- Maíra…
- Me dê seu CPF e o seu RG…
- Enquanto ele discava 1 para não sei o que, 2 para não sei o que lá.. e todos os etc.. travávamos uma semi conversa:
- Está morando onde aqui?
- Na rua XXXX
- Ahh.. esse nome não me é estranho…
- Hum.. é a rua do metrô da estação bla bla bla
- Quer dizer que é menininha zona sul?
- Não.. sou uma incompreendida da zona oeste perdida na zona sul..
Muitos minutos depois, com o chip pago, com o celular cadastrado e depois de muitas conversas paralelas:
- Pronto Ma, seu celular já está cadastrado.. Posso chamar de Ma, não é?
- Claro.. sem problemas EM.-O.. ahn.. digo Gabriel (bendito crachá salvador).
- Então.. olha.. vou anotar aqui.. esse número você liga para colocar créditos com o cartão.. este outro número você liga para cadastrar seus números prediletos.. e esse número aqui você liga se aceitar sair comigo..
- Oi?
- Estou deixando meu número de celular com você.. é TIM também.. deve ser o destino, já que ouvi você dizendo que só mantém relações afetivas com usuários TIM.. Vou tocar num barzinho hoje na Vila Olímpia.. Me liga… que eu arrumo umas cortesias para você.
Digo que talvez eu vá no barzinho, me despeço.. e saio da loja com meu amigo..
- Ahn… que coisa..
- O que foi?
- Acho que eu estava flertando com o EMO…
- Você ACHA? A-C-H-A?
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Excêntricas relações interpessoais
Dezembro 26, 2008 · 12 Comentários
- Paquita, já pensou em um tratamento de melanina? Quem sabe você não ganha umas sobrancelhas também.
- Malvado, malvado, malvadoooooo… Ta… eu sou branca.. ta… minhas sobrancelhas são claras.. mas não precisa ficar jogando na cara.. eu sei.. EU SEI… nem todo mundo nasceu com essa sua cor “moreno jambo”, ora essa.. e preconceito de cor é crime inafiançável.. INAFIANÇÁVEL
- Ora, eu não tenho preconceito… todo mundo quer uma branquinha presa na senzala particular etc.. E ontem? Os astros acertaram? Teve “Atividade em clube ou associação será prazerosa”? Como foi a associação grupal?
- hahaha.. Não teve um clube ou associação, mas teve um bar… e eu sou da seguinte opinião.. se tem capirinha de vodka.. ta tudo bem!
- Hmmmmm, oh babe, acho que na grande produção cinematográfica “Tetanic” era assim… duas mulheres tomavam vodka… começavam a sentir calor uma tinha um namorado, Alex…
- Lá vem você… no fundo sou uma interiorana sensível e romântica… mas que coisa!!! Se não tem “As time goes by” de música de fundo… a comparação não serve!!!
- Tinha uma música de fundo sim.
- hahaha.. me mostre um filme pornô que tenha “as time goes by” de música de fundo.. que te dou uma garrafa de vodka….
- Não era exatamente “as time goes by”, mas algo bastante similar
- Com certeza.. Brasileirinhas é famosa não só pelo enredo elaborado como trilha sonora marcante…..
- hahahahaha Mala!! Mas, enfim… aquele clássico cinematográfico marcou minha geração e seu modo de encarar as vicissitudes da vida
- Parece que encontramos seu filme preferido.. eu sabia que essa coisa de gostar do Woody era só pose….
- Sim. logo após trainspotting e charade.. e quem gosta de pose é você branquinha poser..
- Rá! Olha só que fala…
- Hum.. eu estava olhando pro frigobar… e pensando quando diabos minha cerveja gela.
- Frigobar? Mas como você é nojentinho =P
- Eh, meu quarto em Sampa tem frigobar
- Oi? Como assim? Você está em SP?
- Não… mas meu quarto e meu frigobar, sim
- hahahahahaha… de repente essa me pareceu uma conversa de bêbado…me sinto encharcada no álcool ainda…
- Hmm, bastante propício a cenas de “Tetanic”.. você vai ficando desinibida (mais)… a moça pede pra ver suas tatuagens.. você diz que é num lugar secreto, tem vergonha de mostrar. Marky enche seu copo e diz “é mesmo?”, interessado.. a namorada de Marky te mostra uma no quadril… Marky completa de novo seu copo…
- hahahahahaha.. mas é besta….
- A namorada de Marky te faz cócegas, você ri e no que ri, descuida, derruba vodka no vestido… e diz: “oh, como sou desastrada!”
- Ahn… ta.. seu sonho é ser roteirista de filmes de baixo orçamento, poucas falas e muita sacanagem… não precisa continuar.
- Você viu alguma sacanagem no diálogo acima?
- Sendo cena de TETANIC… na igreja é que eles não terminam.
- Na verdade, eu improvisei a maior parte, incorporei minha autoria.. sabe que um filme da Brasileirinhas termina na igreja.. é a história de um padre com duas freiras.. eles estão tomando vinho e comendo hóstias, uma das freiras conta que tem um rosário novo e ao tentar mostrar, derruba a taça de vinho na outra freira “oh, como sou desastrada!”
- Vejo que você tem tara em desastradas..
- Esse é o “clima de erotismo”
- Isso é desperdício de bebida… se é pra derrubar.. que derrubem água.. onde já se viu….
- Ai é que vem a melhor parte, o líquido não é desperdiçado.. eu não te contei como a outra freira e Marky secam a roupa e a freira.
- hahahaha.. é isso que chamam de espírito natalino?
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Movimento Anti-Atrofia Hepática*
Setembro 29, 2008 · 12 Comentários
É sempre a mesma história todo final de semana: João Paulo ouve o mesmo sermão da mãe, vê o olhar de reprovação da mesma tia-avó, escuta a vizinha mandando a família se apegar a Deus e lá está mais uma corrente de oração em mais um sábado de confraternização etílica junto com o pessoal do escritório.
Sempre antes das 20 horas, Dona Mariluce se joga aos pés do filho e implora para que ele pense no fígado, outrora tão vermelhinho e sorridente como um daqueles cartões smile.
Quase todo domingo, Luís Gustavo, depois de ter tomando um porre, acorda de cueca, esparramado no sofá, com o mesmo olhar de “ressaca introspectiva,” enquanto ouve o mesmo sermão de Dona Marlene.
Mas, ora essa, nós somos aquilo que fazemos repetidamente. Excelência, então, não é um modo de agir, mas um hábito.
Quando Aristóteles (Ari, para os íntimos) proferiu esta grande máxima da filosofia, nunca imaginaria que tal citação, sem maiores pretensões artísticas, se tornaria uma verdade etílica universal. Afinal, o fígado, tal qual qualquer órgão do corpo humano, carece exercícios cotidianos a fim de apresentar um bom desempenho.
Assim como aquele tio de meia idade que, no auge do mais familiar dos churrascos de domingo, se escala pra pelada da gurizada a fim de “fazer bonito” relembrando a saudosa época em que jogou de volante nos áureos tempos do combate Barreirinha (quando era conhecido pela alcunha de “Zezão quebra-osso”), e que, irremediavelmente acaba, após alguns (poucos) minutos de profunda humilhação, por ser hospitalizado às pressas com uma torção no joelho esquerdo, uma hérnia de disco, e um princípio de parada cardíaca, as atividades de devassidão (leia-se aqui bebedeira) devem ser devidamente exercitadas. Como manter um fígado funcionando devidamente se você não o faz trabalhar?
A bebedeira de final de semana não é só mais um ato mundano, não é apenas uma forma da secretária quase aposentada e reprimida fazer um striptease em meio ao pessoal do escritório. A bebedeira é medicinal! Terapêutica!
Porém, evidentemente, a não ser que estejamos na Sibéria (neste caso, recomenda-se vodka sem gelo, a não ser que esta já tenha virado gelo, que, não se havendo alternativa, pode ser facilmente comido), obviamente as condições normais de pressão e temperatura hão de ser respeitadas.
Muito embora a palavra “limite” enseje um significado tanto quanto subjetivo quando não empregada para fins matemáticos, principiantes devem se portar como tais, e, a fim de não terem seus currículos vergonhosamente maculados, até mesmo antigos medalhistas devem conservar certa parcimônia em questões etílicas, ao menos quando já desabituados ao mundo de Marlboro.
Tudo isso para que, ao final da empreitada alcoólica, dois martinis não acabem fazendo você se sentar no chão do banheiro e chorar copiosamente enquanto interpreta os maiores sucessos do Roupa Nova, um pouco antes de acordar com a maior ressaca do mundo, em local incerto e não sabido.
Enfim, isso e mais todas aquelas coisas que fazem parte do incerto conjunto de coisas que não deviam acontecer, mas que, acredite: acontecem nas melhores famílias. Nas piores famílias, então, nem se fala…
* Texto escrito em parceria com meu ilustríssimo amigo, conselheiro e fornecedor de grandes idéias, notícias bizarras e demais coisas mundanas.. Marcos Brehm, outrora conhecido por Castor.. e/ou “oww.. eh meu.. você aí ô cor-de-rosa”…
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